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quinta-feira, 17 de junho de 2010

DENGUE

From: noslen.sevla@gmail.com


Em relação a essa epidemia de DENGUE (que parece estar sempre vencendo as autoridades de saúde...
Ou será que estas é que querem perpetuar essa Guerrinha que envolve milhões e milhôes de verbas públicas; e que vem sendo "travada" ao longo de praticamente duas décadas), até quando vamos continuar aceitando que pulverizem veneno em nossos lares, como se tal fórmula milagrosa do composto químico tivesse capacidade técnica-científica de "matar" somente o Aedes aegypti?...
Ou, como se comenta no Mato Grosso:
- "Que raios de mosquito é esse cujo ciclo de vida só ocorre enquanto existe verba para combatê-lo?...
(Acabou a dotação orçamentária; acabou o mosquito! ...

No próximo ano começa tudo novamente!)
O fato é que muitos brasileiros estão perdendo a vida por causa dessa situação irresolvida!
(Este ano perdemos um amigo, vítima da Dengue Hemorrágica)
- Quando o Governo Federal irá implantar um "Plano com medidas realmente saneadoras e perenes?
- Soluçôes existem. Vejam os exemplos relatados nesses anexos.
Sds
Nelson Alves

FONTE-ROSE ARRUDA DA MEU ORKUT

sábado, 15 de maio de 2010

A DUPLA FACE DO PODER

ROBERTO MARTINS (VOTUPORANGA)


A mobilização popular e a discussão dos problemas que afetam a coletividade em geral, normalmente são sufocadas pelos interesses que se escondem por trás de ações que coordenam grupos e pessoas com interesses diretos na permanência da prática que pretendem perpetuar. A ferramenta usada nesta mobilização é a política. Na nossa vida, tudo é decidido por uma resolução política. É a política de tudo e em tudo, que decide até a cor do papel higiênico com que limpamos à bunda. Senão, por que os fabricantes gastariam tinta para tingir papel higiênico de verde ou de rosa? É a política de marketing quem decidiu que um papel higiênico rosa é comercialmente mais viável, pois insinua o frescor de um jardim, ou o verde, um papel higiênico ecologicamente engajado nas tão propagadas e urgentes necessidades ambientais, mesmo o próprio produto e a sua utilidade estando em confronto direto com as intenções do marketing.

Quanto existe uma ação política em disputa, todos os mínimos movimentos no jogo do poder devem ser minuciosamente examinados. Nesta óbvia lógica, depois de muitas edições de uma prática corriqueira absolutamente nociva para a coletividade votuporanguense, que são as festas “open bar”, adotadas nas pequenas reuniões festivas promovidas por promotores profissionais de eventos (já que depois de encostarem-se a este nicho, não mais se dedicam a qualquer outro ofício) e no grande evento esperado por alguns dos locais e, por legiões de migrantes que migram de outras cidades e estados com destino aqui pra nossa cidade, perpetua-se um carnaval de desordem, perversões, desobediência as boas maneiras e aos princípios da boa convivência mútua, além é claro das tantas desobediências das leis em vigor. Fatos estes que já presenciamos ao longo destas edições do CARNAVOTU. Estas versões repudiadas pelas pessoas de bem de Votuporanga, seguiram patrocinando e incentivando a iniciação de jovens inexperientes ao delirante caminho do vício em bebidas alcoólicas e por outras drogas mais comprometedoras que conseguem acesso fácil neste tipo de evento. Estas festas produzem muitos dividendos financeiros, mas o que a fez perdurar de fato, foram os inesgotáveis dividendos políticos que brotam desta relação libertina.

Vivemos numa coletividade estimada em um número próximo de 90.000 habitantes. Desse total – Quantos são os que realmente estão ganhando com a festa nos moldes em que esta está sendo realizada? Se fizermos uma relação oficial, não passarão de cem nomes envolvidos diretamente nos lucros desta orgia. Depois vem os três ou quatro mil que se endividam neste ciclo de orgia para a aquisição de um pacote desvirtuoso que lhes garantirão bebidas e perversidades ilimitadas até que se passe mal e, tenha que se dirigir ao plantão da Santa Casa para receber tratamento médico, congestionando todo o atendimento da unidade de pronto atendimento municipal – Este tem sido o conceito de diversão emplacado nestas festas. E o que é feito dos outros tantos mil habitantes que pagam esta conta insana? Alguns até tentaram manifestar suas opiniões publicamente, mas o espaço é pouco e direcionado aos menos inflamados. A grande maioria então está calada, esperando pelas decisões daqueles que deveriam se mover pelas nossas aspirações, mas sabedores que são desta nossa inércia, se aproveitam para fazer joguetes e organizar métodos e maneiras de tornar a sentença deles legítima.

Nesta linha, o prefeito organizou uma comissão de notáveis (???) para estudar o caso, tirando o dele (?) da reta. A Promotoria Pública, com alguns anos de atraso, se declara contrária a esta prática e, se embasa em dados e números que nunca antes fora divulgados, também numa clara manobra para esquivar-se do peso da omissão passada. Sobraram então os festeiros e simpatizantes para liquidar a fatura, dando ares de representatividade e de legitimidade neste ilusório debate público (?) que ora se desenrola com a intensa participação e clamor popular (?). Em meio a tantas interrogações e alguns abestalhados, falsos santos que se postam de quatro diante de lerdos andores, com a justificativa de serem de barro, assim lançaram uma grande consulta popular que legitimará a permanência da orgia no site oficial dos festeiros. Lá os signatários do espaço virtual conclamam os visitantes e simpatizantes da orgia a os apoiarem, assinando um abaixo-assinado virtual. Vejam como agem os astutos coordenadores de mentes desabitadas para conseguirem apoio numérico para a imoralidade deles: No http://www.carnavotu.com.br/openbar/index.php - ASSINE SE FOR CONTRA A LEI QUE PROÍBE EVENTOS OPEN BAR EM VOTUPORANGA/SP

Ministério Público de Votuporanga enviou ofício à Câmara de Vereadores, propondo a criação de uma lei que proíbe a realização de festas open bar em nossa cidade.
Isso acontecendo, festas como o Bloco Oba e o Carnavotu não poderão mais ocorrer em Votuporanga/SP.

Se você é contra essa lei, preencha o formulário abaixo: ...

Eles estão convocando o exército de foliões de todo Brasil para o apoio pelo Twitter, que certamente se reproduzirá feito vírus. Se nos calarmos, eles ganham novamente e continuarão a nos sacudir as rédeas sobre as costas, guiando-nos pelos caminhos que bem entendem, caminhos estes que nos levará a uma estrada sem saída, a mesma que muitos integrantes deste grupo já se encontram estagnados e ainda não se deram conta.

A hora é agora. Se continuarmos separados por estas nossas barreiras invisíveis que, tanto criam o impedimento da nossa caminhada por um sentido único, eles vencerão.

Evangélicos, em suma, pela própria obediência das crenças advindas do conhecimento e do rigor do Evangelho, se acham protegidos por este mal, mas eu conheço evangélicos que cheiram cocaína antes de ir ao encontro do Senhor, então não estão livres deste mal.

Católicos e outras crenças mais aliviadas nos rigores do Evangelho, estes estão completamente à mercê dos acontecimentos.

É hora de nos unirmos para o bem de todos. Precisamos proteger nossos jovens e dotá-los de conteúdo moral, cultural e intelectual, não cedendo espaço para a banalidade regada a muito teor alcoólico, perversão liberada e outras concessões explosivas, onde o pavio final será incinerado na encruzilhada sem saída de um cachimbo de crack. Esta será nossa pena capital pelo nosso descaso e a nossa desatenção pelo que está acontecendo a nossa volta. O nosso castigo será verificarmos que a única poesia repetida incansavelmente pela bagagem cultural carregada pelos nossos filhos e netos, será o maravilhoso poema musicado pelo Psirico, em ritmo de axé. Pelo Grupo Kaçamba no forró. Pelos sertanejos Zé Mané & Zé Ruéla e nas outras tantas vertentes rítmicas brasileira.

Ela sai de saia

De bicicletinha

Uma mão vai no guidon

E a outra tapando a calcinha (bis)

Eu não estou propondo um abaixo-assinado aqui no blog, porque sei que o universo esclarecido que freqüenta e tem acesso ao mundo da Internet, não representa uma parcela significativa da sociedade. Mas eu gostaria de fazer um apelo às lideranças religiosas locais. Que mobilizem os vossos exércitos de fiéis no sentido de pressionar as autoridades, principalmente o Poder Legislativo e proibir esta insanidade travestida de liberdade incondicional. Precisamos de um debate onde todos os prós e contras possam ser colocados claramente pra que a maioria tenha poder de decisão. Se a legalidade for definida desta forma, com a participação dos vários seguimentos da sociedade, o que nos resta e lavarmos as mãos e cuidarmos só dos nossos, o que já será uma tarefa bastante árdua.

Eu estou aqui me colocando absoluta e imutavelmente contra o sistema open bar e ao Carnavotu da forma como tem acontecido nas edições passadas. Este é o meu documento e a minha forma de dizer que quando esta fatura for emitida para a população votuporanguense, esta será minha arma para direcionar esta fatura para os verdadeiros devedores.

A política precisa ser usada para nos incluir nas suas decisões, não para legalizar as suas ações sórdidas.

sábado, 17 de abril de 2010

UM PROBLEMA CULTURAL

Paulo César Salvino - Estudante de Filosofia


Nesta semana uma entrevista ao jornal comentando o ato dos promotores e vereadores da cidade de proibirem as festas open bar devido ao trágico fato há pouco ocorrido, o espancamento de um jovem na saída de uma destas festas, no que considero ter sido displicente em minha reflexão, dando demasiado peso a uma crítica à promotoria da cidade sem me estender num exame mais amplo da situação. Em minha crítica anterior acusei a promotoria de tomar uma medida paliativa em relação ao problema. É mais que óbvio que proibir as festas open bar não resolveria em nada a situação. A meu ver, isso poderia acontecer na saída de qualquer festa, seja open bar ou não. Assim como o agressor poderia ou não estar alcoolizado. É ingênuo apontar o consumo de álcool como a base do problema. O efeito alcoólico no corpo humano é bem explicito para qualquer um que já o experimentou, ocorre primeiro um relaxamento do corpo e depois uma exaltação das emoções contidas, assim se o humano que beber estiver contendo alegria, esta será exaltada, se houver tristeza ou irascividade o mesmo se dará. Veja que a base da coisa está mais no âmago do indivíduo que no álcool em si. O álcool não torna ninguém agressivo. Por isso, me recuso a colocar o álcool como a causa do problema, para mim a base do problema é muito mais cultural, pois que a cultura pobre na qual estamos inseridos propicia violências das mais sutis, às mais brutais como esta que hoje toma as capas dos jornais da nossa cidade. Ora, mas então que medidas poderiam ser adotadas para evitar que jovens se espanquem tão agressivamente como ocorreu? Invistam em cultura senhores, este é o meu singelo conselho, desenvolvam a cultura humana. É disso que temos maior carência, dê ao jovem o contato com as artes, com o conhecimento e consequentemente este desenvolverá a sua consciência de modo a não se entregar mais a cometer atos de tamanha barbárie. Fica aí a minha humilde posição a respeito.

email: pcfrajola@msn.com


JORNAL À CIDADE DE VOTUPORANGA

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O Estadão obteve, dias atras, o programa preliminar do Partido dos Trabalhadores

Vazamento de programa do PT precipita debate ideológico.
Tem gente que ainda acha que as ideologias acabaram. Uns o dizem com os lábios retraídos num esgar de ironia, indicando o puro oportunismo da afirmação: não crêem no que dizem, pois sabem que a ideologia ainda existe, mas interessa a eles assegurar o oposto. Outros fazem-no com inocência, acreditando piamente que o mundo não comporta mais reviravoltas doidas.
De fato, um dos erros dos idealistas dos anos 60 foi achar que a economia dos países teria a mesma flexibilidade do cinema experimental. Não é assim, mas isso também não significa que mudanças não sejam necessárias. Até porque as mudanças são inevitáveis. Dos anos 60 para cá, o mundo já passou por tantas revoluções tecnológicas que muitos dos argumentos brandidos por quem almejava revirar as coisas pelo avesso hoje esvaíram-se junto com o linotipo, a máquina de escrever, e as saudosas cartas escritas à mão.
As ideologias não acabaram, e o próprio debate sobre a existência ou não delas, ou a importância ou não delas, é um debate ideológico. Lembro-me de Nelson Motta entrevistando Arnaldo Jabor na Globo, a respeito do filme que este último está fazendo. Sem ligação nenhuma com o tema, mas coerente com a algo bizarra obsessão de Motta em criticar a esquerda e o socialismo, o jornalista trocou figurinhas com Jabor sobre a (na sua opinião) negativa influência da ideologia sobre o cinema brasileiro. Era um joguinho de cartas marcadas. Um ping pong bobinho, anticomunista, feito para agradar os filhos do Roberto Marinho. Jabor criticou os cineastas dos anos 60 por se apegarem às ideologias.
Isso é uma baita grosseria. Claro que pode haver exageros. Houve patrulhamento nos anos 60 e 70, mas a culpa não foi da esquerda, e sim o resultado da atmosfera sufocante, totalitária, desesperada, produzida pela ditadura militar. Havia aflição no ar. Segredos em toda parte. Gente desaparecida, quiçá já morta ou sendo torturada. Natural que a intelectualidade batesse cabeça. Essa releitura conservadora dos tempos ditatoriais, que visa culpabilizar a esquerda pelo clima desconfortável da época, como se vê no filme sobre Wilson Simonal, e nos comentários de Motta, é altamente ofensiva aos ideais democráticos, violados brutalmente pelo regime militar.
A história não morre. O regime militar continuará, enquanto existir historia, a violar a democracia brasileira. Não se esquece isso, ainda mais se tratando de um fato tão recente.
O Estadão obteve, dias atras, o programa preliminar do Partido dos Trabalhadores a ser usado na campanha de Dilma. A divulgação do texto precipitou um debate ideológico interessante, e a esquerda só tem a ganhar com isso, visto que o conservadorismo nacional, representado por José Serra e os partidos que o apoiam, continuam retraídos em termos de propostas políticas.
Formados na escola neoliberal, os tucanos se vêem acuados diante da constatação de que os brasileiros, como qualquer povo em desenvolvimento, querem um Estado forte, querem serviços públicos eficientes (o que implica em mais funcionários), e não querem mais privatizações irresponsáveis, indiscriminadas.
Desorientados, os tucanos não se arriscam a formular plataformas políticas. Não participam de nenhum debate público. Nas dezenas de conferências realizadas no país, por iniciativa não só do governo mas de inúmeras entidades da sociedade civil, os tucanos estiveram sempre ausentes. Só mostraram o bico quando a big press passou a criticar alguns pontos discutidos nesses encontros, e sempre alinhando-se caninamente, mediocremente, sem criatividade, sem culhões, à opinião dos conglomerados midiáticos.
Serra, o principal candidato da oposição, optou por um silêncio deliberado sobre qualquer questão estratégica. Em que isso contribui para a democracia? E não se trata de evitar campanha antecipada. Serra, como cidadão brasileiro, e como quadro político, tem o direito e o dever de participar dos debates públicos. Enchente em São Paulo? Tem de convocar imediatamente a sociedade para um grande esforço com vistas a minorar o sofrimento das famílias que perderam suas coisas e vivem em áreas alagadas com água fedida e contaminada.
Buraco no metrô? Igualmente deveria vir à público prestar esclarecimentos. Queda de viadutos? Onde está Serra nesses momentos?
Na verdade, talvez haja um tipo de pendenga ideológica que tenha perdido a vitalidade, que são as acadêmicas, quase sempre pedantes e autoritárias, que pretendem impor teorias abstratas, artificiais, duras, a realidades complexas, instáveis, dinâmicas. A ideologia deve ser formada por dentro da ação política, para que tome a forma da realidade; para não se converter num invólucro bonito que não se encaixa, porém, em nenhum objeto.
"Carta do diabo"
COMENTÁRIOS RECEBIDO DE ANÔNIMO

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Escritor argentino autor de ‘Santa Evita’ falou ao

Escritor argentino autor de ‘Santa Evita’ falou ao... Escritor argentino autor de ‘Santa Evita’ falou ao ‘Estado’ sobre seu último romance, ‘Purgatório’

Ubiratan Brasil, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO – O escritor argentino Tomás Eloy Martínez morreu no domingo, 31, aos 75 anos, após uma longa luta contra o câncer. Autor de ‘Santa Evita’, o romance argentino mais traduzido na história, e ‘A Novela de Perón’, biografias do mítico presidente Juan Domingo Perón (1946-1955 e 1973-1974) e sua segunda esposa, Eva Perón. No ano passado publicou seu último romance, ‘Purgatório’, com a qual buscou conscientizar o leitor que as ditaduras ‘mais cruéis’ não são possíveis sem a cumplicidade da sociedade. Martinez conversou com o repórter do Estado “sobre um momento ainda doloroso vivido em seu país, por telefone, de Buenos Aires”. O livro, traduzido por Bernardo Ajzenberg e publicado pela Companhia das Letras “é um de seus mais intensos romances e mesmo não tendo morado na Argentina durante a ditadura militar (1976-1983), ele produziu o vívido retrato de uma época de sombras”, segundo observa Ubiratan Brasil.

Trata-se do purgatório vivido por Emilia Dupuy, filha de um fiel colaborador do regime, que busca durante 30 anos o marido Simón, desaparecido político. Uma procura tão cega que, quando o reencontra, sem nenhuma marca de envelhecimento, o leitor duvida entre a realidade ou fruto de sua imaginação.
ENVIADO POR ANONÔNIMO EM COMENTÁRIOS

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

MALLORY NÃO VOU ESQUECER DESTA MARCA



Sérgio Gibim Ortega


Já é pela segunda vez que compro um dos produtos da Mallory, produto considerado para mim descartável. Desta vez comprei uma batedeira que não serve nem pra bater água, apesar de ser considerado um produto para uso mais leve. Mas minha esposa ao bater uma simples massa de bolo para o aniversário de meu filho, queimou logo este produto. Estava esta batedeira novinha e não havíamos usado ainda. Eu tinha me interessado no produto mallory quando era de baixo custo e havia comprado por apenas 39,00 reais.
Imediatamente comprei uma outra batedeira de outra marca de mais potência. Não ia nem fazer questão. Foi quando o gerente da grande empresa onde trabalho, me pediu para que eu levasse a batedeira que queimou para troca, por estar ainda na garantia. Mas o técnico da loja, mesmo sabendo que eu era funcionário, disse que antes teria que passar pela assistência técnica para o conserto que é o correto ande a Mallory avalia o produto. Levei então a batedeira no Eletro técnica Favaro em Votuporanga, no nome do posto Danielli Rodrigues Santos-Me, a qual já está fazendo quase três meses desde dia 27 de outubro de 2009. E até agora a assistência técnica parece não ligar muito com a gente. Eu tenho ido à procura e toda vez eles dizem que a Mallory não manda a peça do concerto.
Estou completamente chateado mesmo que eu não precise deste produto. Sabendo ainda que ao retirar da assistência vou tentar a troca pela loja que tenho certeza que troca. Mas fico indignado por acompanhar a situação mais de perto e ver que a Empresa, representando o produto Mallory não tem a maior dignidade com o consumidor. Simplesmente é o que acontece com outros clientes que venham a brigar duro para conseguir uma troca.
Eu procurei a assistência e disse que iria publicar e falar de quem seria a culpa. Ela veio dizer que era da loja e corrigi que a loja troca o produto assim que eu levar lá. Mas para falar do mau respeito com a gente. Disse que não era culpa do eletro técnica e sim da Mallory que não envia a peça para eles fazer o concerto. E assim estou publicando eu meu jornal sem medo algum. Porque acho que o consumidor merece respeito. Aqui o poeta fala.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Poetisa anônima disse...

parabéns estavamos mesmo presizando de algo para homenager o poeta. eu sou uma poetiza do anonimato que escreve sem parar seus poemas para um grande amor que foi desfeito por gente sem excrúpulo eu amo escrever poezias e tenho cinco mil inedita e lindas todos os que ver me dar nota 10mas sou muito pobre e não posso editar nada estou fazendo uma peregrinasão na internete em busca de alguma ajuda mas até agora nada poxa como você declama bem parabéns mesmo eu sou tua fã acabei de entrar no site e já estou apaixonada gosto muito de lerdeus mim deu um dom que eu amo mas fui vitima da esperteza humana que me lewzaram cruelmente levando minhas poezias e gravando e eu nada posso faser porque eu não registrei não tenho dinheiro pra nada moro de favor atrás de uma igreja e como porque me dão porém não me sinto pobre pobre são aqueles que sem ter arte pra criar me roubou sem dó nem piedade mas um dia eu espero que o deus que tudo ver faça justiça em meu favor tenha um bom dia e muita sorte

Comentários
Sérgio Gibim Ortega

Querida amiga, obrigado pelos elogios, estou me esforçando para gravar sempre mais.
Algumas pessoas são cruéis e acham que roubar é mais fácil e esquecem que a gente luta, trabalha duro pra fazer uma poesia. Você deve registrá-las na Biblioteca Nacional, ou pelo menos no cartório de sua cidade. Que? No cartório vale também! O povo fala muito.
Minha amiga somos pobres, mas ricos de saúde. Escreva sempre e não tenha medo de por seu nome. Um abraço!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

BRASILEIRO CONSCIÊNTE: Estamos diante do melhor

AMIGO ANÔNIMO PARA O NOVO JORNAL DO POETA GIBIM
Estamos diante do melhor momento do nosso país, esse é o ano que a nação brasileira terá que decidir quem será nosso futuro presidente da república.
Nessa mesma linha de raciocínio não podemos esquecer que a principal discussão nesse ano vai à direção do que vamos fazer com o nosso país.
Pois estamos falando do governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o melhor e mais competente presidente brasileiro e digo isso baseados em fatos concretos, a realidade mostra esse desempenho para todos nós brasileiros.
O que nosso povo terá para decidir é se vai dar credito ao presidente Lula e continuar com esse caminho na política do país,caminho esse que tem dado ao Brasil importância e reconhecimento internacional.
Ou se vai entregar o país para a oposição de direita, levando o país a uma catástrofe, retrocederíamos anos de luta para colocar o país no eixo, claro que com problemas a resolver, obvio. Mas basta para dizer um assunto atual que nosso país logo estará livre da pobreza extrema;
Que nosso povo tenha muito juízo e responsabilidade nesse momento para poder discernir o melhor para nossa terra e nossa nação brasileira;
Voemos alto meu povo e acreditemos na mudança, pois ela já é uma realidade que não pode se perder.
Dilma! Presidente para o morcegão autoritário não acabar com a gente.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

LIMPEZA DE TERRENOS BALDIOS VOTUPORANGA

Leitor anônimo para o Jornal do Poeta Gibim

Saúde Pública: Prefeitura limpa 1 mil terrenos particulares.
Proprietários não cumprem obrigação da limpeza dos lotes e prefeitura mobiliza equipes para evitar caramujos e dengue.
O coordenador do trabalho em campo, Osmildo Botta Junior, conta que a intensificação do serviço exigiu contratação de empresas terceirizadas. “A gente passa por todos os terrenos fiscalizando a situação antes e depois e tem isso em imagens fotográficas para comprovação. A empresa é orientada a fazer a poda o mais baixo possível junto com todo o acabamento”. Fiscais da Prefeitura passam nos terrenos fazendo as vistorias. A PERGUNTA É: DE QUEM É A EMPRESA TERCERIZADA E QUAL VALOR PAGO PELOS SERVIÇOS?

INDIGNAÇÃO COM A MAGALU ONLINE

                 Sérgio Gibim Ortéga  Comprar no Magalu sempre foi algo que indiquei a amigos e familiares. Durante muito tempo considerei a...