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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Indiano cria veículos em forma de bolsa e sapato de salto alto





05/08/2010 17h00

Carros foram criados pelo designer Sudhakar Yadav.
Eles podem atingir uma velocidade máxima de 45 km/h.
Oficina na cidade indiana de Hyderabad dá os últimos retoques em veículos construídos nos formatos de bolsa e sapato de salto alto. Os carros inusitados foram criados pelo designer Sudhakar Yadav. Eles podem atingir uma velocidade máxima de 45 km/h. (Foto: Krishnendu Halder/Reuters)
Do G1, em São Paulo

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Urnas funerárias marajoaras de mil anos são encontradas em sítio em Macapá

28/07/10
Até então, acreditava-se que estilo era restrito à Ilha de Marajó.
Descoberta aconteceu durante atividade de estudantes.
Dennis Barbosa Do Globo Amazônia, em São Paulo

Uma atividade letiva de um curso de pós-graduação acabou virando uma surpresa arqueológica no Amapá. Durante aula para aprender técnicas de pesquisa promovida pela Universidade Estadual do Amapá (Ueap), alunos descobriram no município de Macapá, em plena zona urbana, quatro urnas funerárias em estilo marajoara.
O arqueólogo destaca que mais urnas marajoaras podem ser encontradas no cemitério, já que, até o momento, apenas 100 metros quadrados de um total de cerca de 10 mil foram escavados. “Devemos ter uns 2 mil enterramentos ali”, calcula Saldanha. A ideia é que os estudantes, ao longos dos anos, vão escavando o sítio enquanto aprendem a profissão de arqueólogo.
PARA VER MAIS O GLOBO

Sorveteria japonesa cria sorvetes com gafanhotos na cobertura


30/07/2010 16h04

Novidade é oferecida na cidade de Nagano.
Sorveteria cobra 50 ienes (R$ 1) pela cobertura especial

Uma sorveteria de Nagano, no Japão, lançou uma novidade. Agora, os clientes podem saborear gafanhotos na cobertura do sorvete. Para colocar o ingrediente especial, a sorveteria cobra 50 ienes, cerca de R$ 1, segundo o jornal "Asahi".

Sorveteria oferece sorvetes com gafanhotos na cobertura. (Foto: Reprodução/Asahi)

Do G1, em São Paulo

sábado, 3 de abril de 2010

Uma curiosidade interessante de se ver



Por Isaías Basso


A curiosa e bela planta que ornamenta o

jardim de Dirce Oliva Marques Vieira

Quem passa pela rua Doze, entre a Sete e a Cinco, na casa de número 987, poderá observar uma bela planta com imenso pendão, semelhante a um galho com cerca de 7 metros, que brotou do interior da planta. Na casa, reside a professora aposentada Dirce Oliva Marques Vieira, viúva, e que mora em Santa Fé há mais de cinquenta anos.

Segundo ela, a planta exposta em seu jardim, à vista de todos, foi um presente de sua mãe, que reside em São José do Rio Preto.

Ela disse que as sementes da planta foram conseguidas com um jardineiro daquela cidade que era amigo da família. Plantada, uma das sementes germinou num pequeno vaso e sua mãe lhe deu de presente, isso há cerca de oito anos. Até os três anos de idade, a planta permaneceu no vaso, sendo transplantada no jardim há cinco anos.

Com o passar do tempo, foi crescendo e formando uma imensa moita de folhas e há cerca de alguns meses, do seu interior brotou aquele pendão/galho e este foi crescendo até que surgiram pequenos ramos que começaram a florir no final do ano passado. As flores tinham uma coloração amarela esverdeada e eram muito bonitas, mas, após 30 dias do surgimento, caíram. Nos ramos onde surgiram, ficaram alojadas, mas à vista, as sementes.

Ela disse também que é um tipo de planta muito conhecida pelo nome de "Pita", e que aquele galho que brotou do interior da folhagem, antigamente era utilizado como rolha para garrafas, dado à sua flacidez, mas também era muito utilizado pelos barbeiros para amolar navalhas. Além disso, as folhas tinham utilidade medicamentosa, pois servia para o tratamento de várias doenças, mas era muito utilizada para cicatrização.

O nome científico da planta é "Agave" e é um gênero de plantas suculentas da família Agavaceae, originárias, sobretudo do México e em menor grau dos Estados Unidos, América Central e América do Sul. É composto por 183 espécies, algumas das quais largamente cultivadas como o Agave sisalana (para produção de sisal), Agave tequilana (para a produção de tequila), Agave americana e Agave attenuata para fins ornamentais.
O JORNAL DE SANTA FÉ DO SUL

domingo, 17 de janeiro de 2010

Casa da árvore vira atração turística em bairro rural


Andressa Aoki
andressa.aoki@gmail.com

O pacato bairro rural São Benedito, de Nhandeara, possui uma atração turística. As pessoas que passam pelo local se deparam com a seguinte cena: uma árvore que está enraizada em uma antiga venda. O local está desativado há 20 anos e a figueira começou a nascer dentro do estabelecimento. Suas raízes e galhos parecem que "abraçam" a antiga venda, principalmente nas janelas e portas. O operador de máquinas Everaldo de Santana, de 32 anos, trabalha na região e sempre que tem tempo, observa a árvore. "É diferente, bem bonita e difícil de acontecer", disse. Segundo ele, o mesmo fenômeno ocorreu em Minas Gerais, dentro de uma Igreja. "Já vi fotos sobre este caso. A árvore que está abraçando o prédio", contou. A vizinha da figueira, Dalva de Oliveira Criado, de 47 anos, falou sobre a movimentação no bairro. "Sempre tem alguém que vê e tira fotos. Isso ocorre há mais de 10 anos", afirmou. "Um pássaro deve ter trazido a semente da figueira. Como o local ficou sem usar há mais de 20 anos, a árvore cresceu", disse o proprietário do local, Eládio Aparecido Pereira Filho, de 23 anos.
FONTE-JORNAL À CIDADE

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Pluviômetros feitos de garrafas pet ajudam monitorar temporais em SP


Um aparelho simples usado por quem mora em áreas de risco vem evitando tragédias ainda maiores em dias de chuva.
Um aparelho simples usado por quem mora em áreas de risco vem evitando tragédias ainda maiores em dias de chuva. Na região do M’Boi Mirim, o temporal de ontem foi monitorado pelos pluviômetros feitos de garrafas pet. Vinte anos na mesma agonia. O motivo está a poucos passos de casa. “A qualquer momento pode descer tudo e estamos sempre preocupados”, fala Maria Paes, empregada doméstica. Na região de M’Boi Mirim existem 81 áreas de risco. Desde 2007, um instrumento simples vem ajudando a reduzir o número de vítimas e os estragos provocados pelas chuvas. Uma garrafa pet cortada, com indicações em milímetros para medir a quantidade de água. São 50 pluviômetros espalhados por 40 bairros. A prefeitura usa os registros dos voluntários para planejar as obras. “Eles nos passam diariamente os volumes das chuvas, nos passam algumas possíveis situações que levariam o risco e isso faz com que nós nos antecipemos”, diz Beto Mendes, subprefeito de M’Boi Mirim. Todos os pluviômetros são monitorados por agentes de saúde e moradores voluntários. Juracy de Andrade é um deles. Quando chove, ele fica de olho. “Eu tenho condições de avisar esse pessoal para estar saindo das casas ou estar levantando os móveis”, diz. Graças ao alerta dos voluntários, Nilda de Farias, comerciante vem conseguindo evitar prejuízos durante os temporais. Ano passado, ela chegou a registrar a enchente que deixou várias casas alagadas. “Todo mundo sai correndo, tirando as coisas do lugar, colocando as comportas para se prevenir mesmo”. “Numa chuva forte como a de ontem nós não temos mais tantos problemas como nós tínhamos, mas antes de implantar esses projetos”, fala Karine da Silva Glória, coordenadora da Defesa Civil.
SPTV 2ª EDIÇÃO

INDIGNAÇÃO COM A MAGALU ONLINE

                 Sérgio Gibim Ortéga  Comprar no Magalu sempre foi algo que indiquei a amigos e familiares. Durante muito tempo considerei a...