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sábado, 17 de julho de 2010

É muito triste a perda de um Filho


Sérgio Gibim Ortega

É muito triste a perda de Filho, eu não sobrevivia.
Ninguém dos ordinários não está nem aí pra vida dos outros, nem sabem o que é um Ser Humano, muito menos pensam num filho, numa criança inocente, que tem toda a sua vida pela frente. Uma criança que só pensa na vida e nem acredita que este mundo é um inferno. Que os Seres Humanos não são capazes de serem monstros. Porque para os pequenos, os monstros são seus desenhos, seus brinquedos, as suas fantasias, Então monstros para os Seres Humanos é pouco. Que constrói armas num intuito só de matar. E justiças que não existem que nunca dá o valor a uma criança abençoada por Deus. E quantos anjinhos ainda Deus salva fazendo seu milagre, sempre na medida do possível. Mas muitos partem desta vida sem saber que aqui ficam os verdadeiros monstros, que por até culpa do destino às vezes também não sabe que na sua profissão, vai ter que passar por isso, porque os verdadeiros culpados mesmo é uma massa de pessoas que se reúnem e saem sem imaginar na vida, atirando, construindo, e matando principalmente as vidas de inocentes que não viveram mais pra contar a história de vida.
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Veio de tão longe para morrer aqui". Foi com essas palavras que Ricardo Freire enterrou o filho único Wesley Guilber Rodrigues de Andrade, de 11 anos, na manhã deste sábado (17) no Cemitério de Irajá, no subúrbio do Rio.

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