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terça-feira, 12 de outubro de 2010

HOMEM MORRE AO ATRAVESSAR A PISTA NO TREVO COSMORAMA

Lavrador morre atropelado no trevo de Cosmorama

Arlindo Pereira Gimenes, de 46 anos, foi atingido fortemente enquanto atravessava a rodovia Euclides da Cunha

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Jociano Garofolo
garofolo@acidadevotuporanga.com.br

O lavrador Arlindo Pereira Gimenes, de 46 anos, residente no Sítio Pontal em Américo de Campos, morreu após ser atropelado na Rodovia Euclides da Cunha (SP-320), na noite domingo. Ele foi atingido enquanto tentava cruzar a pista no trevo de acesso a Cosmorama.
De acordo com informações da Polícia Rodoviária, por volta das 21h30, o automóvel VW Saveiro, de cor cinza, ano 2002, de placas CYL-9919 de São José do Rio Preto, conduzido pelo representante comercial Elton Aparecido Queiroz, de 28 anos, transitava pela estrada no sentido Votuporanga/Tanabi, quando nas proximidades do quilômetro 498, foi surpreendido pela vítima que atravessava a pista a pé.
O automóvel bateu fortemente no corpo do lavrador, arremessando-o para o alto. O condutor do veículo parou para prestar socorro, mas Gimenes faleceu no local. Familiares disseram que ele estava a caminho da casa de parentes em Valentim Gentil. O corpo ficou exposto à vistação pública de parentes e amigos no Velório Municipal de Votuporanga e foi sepultado às 13h30 de ontem, no Cemitério Municipal de Valentim Gentil. A vítima deixa uma filha, a jovem Aline Gimenes Pereira.
FONTE-À CIDADE O JORNAL DE VOTUPORANGA

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Pedreiro batiza o filho, vai ao rodeio e morre na rodovia

COSMORAMA
Domingo, 15 de agosto de 2010 - 18:22
Júlio Gracia, 23 anos, era apaixonado pela festa
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Agência BOM DIA

O sábado era de alegria para a família Gracia em Cosmorama. Os familiares se reuniram para comemorar o batizado do primeiro filho do pedreiro Júlio Roberto da Cruz Gracia, 23 anos.

Mas o dia ficará marcado por uma fatalidade. Júlio morreu em um acidente dez horas depois de batizar o filho.

Ele almoçou com a família, mas não quis ficar até o final da festa. Apaixonado por rodeio, o pedreiro preferiu para Votuporanga, onde havia uma exposição de gado e montaria em touros.

Por volta das 6h de hoje, Júlio, que dirigia um Uno, voltava para casa quando bateu contra um caminhão. Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, ele teria invadido a pista contrária ao dormir ao volante.

Júlio ficou preso nas ferragens, sofreu traumatismo craniano e morreu na hora. De acordo com Jeferson Luiz de Castro Pinto, 23, cunhado do pedreiro, os familiares tentaram impedir que Júlio fosse para Votuporanga porque havia ingerido bebida alcóolica. A polícia diz que o rapaz estaria embriagado.
REDE BOM DIA

sábado, 10 de outubro de 2009

Cosmorama completa o 78º aniversário neste sábado


(FOTO PANOÂMIO)
09/10/2009 - 13:53 - Outros - Cosmorama - SP

A história de Cosmorama começa... “na linha tronco que parte de Tanabi, nas proximidades do Córrego do Cavalinho, aproveitando o cruzamento da referida estrada, dispôs se o Coronel Militão a fundar o patrimônio de Santa Helena” (1993, p.01)
Vista aérea do município de Cosmorama
De acordo com os dados do Diagnóstico do Município de Cosmorama, referente ao PIDSE (Programa Integrado de Desenvolvimento Sócio-Econômico), realizado pelo Sebrae-SP (Serviço de Apóio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo), a história de Cosmorama começa... “na linha tronco que parte de Tanabi, nas proximidades do Córrego do Cavalinho, aproveitando o cruzamento da referida estrada, dispôs se o Coronel Militão a fundar o patrimônio de Santa Helena” (1993, p.01). O agrimensor Jerônimo Vilas Boas foi contratado para traçar as ruas, delimitados os quarteirões, dando-se início às construções das primeiras casas, onde começaram a se alojar vendeiros (donos de mercearias) e seus familiares. Julio Catini, industrial de Tanabi, resolveu instalar uma maquinaria de beneficiamento de café, a fim de aproveitar a abundante safra da região. Como o povoado de Santa Helena marchava a passos rápidos para o completo aniquilamento e não inspirava confiança para o empreendimento, (...) Catini resolveu procurar o fazendeiro, Antônio Candido Borges, e lhe propôs a construção de um prédio para o funcionamento da sua projetada máquina, mediante concessão, a titulo gratuito, de uma área de propriedade, resultando desse entendimento o plano para a fundação de um patrimônio. (Sebrae, 1993, p.01 e Expo Nacional dos Municípios, 1971-1972, p.156). Prevendo a valorização de suas terras e consequentes lucros, Borges aceitou a proposta de Catini, contratando assim o agrimensor Germano Robach para proceder a inspeção do terreno escolhido, próximo da venda do “Tatiano” e o posterior corte da área suficiente em datas e quarteirões, o equivalente a mais ou menos 10,83 alqueires. A demarcação foi concluída em 10 de outubro de 1931, tendo como confrontantes Manoel Inácio Pimenta e Militão Alves Monteiro, os quais, decorridos algum tempo, se animaram a retalhar as terras limítrofes do povoado que ao norte se localiza o município de Álvares Florence; ao sul, Tanabi; ao leste, Américo de Campos e Palestina e ao oeste, Votuporanga e Sabastianópolis do Sul. De acordo com dados do Diagnóstico, o responsável por dar o título de Cosmorama foi o historiador da cidade de Tanabi, Sebastião Almeida de Oliveira, que, ao chegar ao local, expressou o vocábulo: “Panorama ideal de onde se descortina vastos horizontes”. Das palavras gregas “kosmo” = mundo e “Orama” = vista, nasceu o nome: Cosmorama. A praça principal recebeu o nome de “Praça dos Bandeirantes” e as ruas, os nomes dos estados brasileiros. Em 1932, durante a revolução, algumas tropas enviadas pelos militares para guarnecer as fronteiras do estado se alojaram no município de Tanabi, mas Cosmorama, pela sua posição estratégica, tornou-se o centro de operações, instalando-se então um posto policial de emergência. (...) com a vinda dos militares, Cosmorama tornou-se amplamente conhecida em outras regiões do estado e aos poucos foi tomando impulso, onde acabou acolhendo um grande número de forasteiros. Desse desenvolvimento resultou a necessidade de se criar um posto policial, o que aconteceu somente em agosto de 1937, depois de repetidas representações que os habitantes locais enviaram às autoridades competentes. Antônio de Martins foi nomeado para sub-delegado de polícia, Permino Barboza de Souza para 1° suplente e José Luvizari para 2° suplente de delegado. Esse constante desenvolvimento elevou-se à categoria de município, determinado pela lei n°233, de 24 de dezembro de 1948, tendo a instalação acontecido em 9 de abril de 1949. (Expo Nacional dos Municípios, 1971- 1972, p. 156). O primeiro prefeito de Cosmorama foi José Rodrigues Moreno, no período de 09 de abril de 1949 a 9 de abril de 1953, que, em sua administração, abriu diversas estradas para carros, linhas de penetração, caminhos vicinais, variantes e atalhos, todos convergindo para a cidade que assim transformava-se em sede econômica, política e religiosa. (...) instintivamente, logo a partir do córrego do Retiro, na fazenda “Nova”, começaram a aparecer vendas as beiras da estrada, sendo que as primeiras foram a de Jerônimo Hipólito da Silva, Cesário Penão, antigo inspetor de quarteirões a de Joaquim da Costa Maciel, conhecido como “Tatiano”, constituída de tosco rancho de sapé ereto ao lado do caminho no topo onde passava o “divortium aquarium” (divisor de águas). (Expo Nacional dos Municípios, 1971-1972, p. 156). Mais de vinte mil pessoas moravam no município nos anos 50. O setor econômico era baseado na agricultura e pecuária, mas o fator principal era a produção de café. A maioria da população vivia na zona rural, pois as condições de trabalho eram melhores. De acordo com Lídia Ziadi Rodrigues, moradora de Cosmorama, na década de 50 a estação ferroviária chegou ao município, mais precisamente no bairro da Estação. A vinda dos trens da Alta Araraquarense foi muito importante para os produtores de café, pois os cargueiros transportavam as sacas até as cidades vizinhas ou outros estados, mas, principalmente, para a capital São Paulo. Na década de 70, o transporte mais utilizado para viagens eram os trens de passageiros, que tinham itinerários dentro dos estados de São Paulo e Mato Grosso. Um dos pontos mais utilizados por pessoas de toda região era a estação ferroviária de Cosmorama, onde os pequenos comércios existentes – as vendas, pensões e pequenos hotéis – lucravam com a população visitante. Nos anos 80 o município de Cosmorama passou a se desenvolver ainda mais, pois os governos municipais proporcionavam a vinda de empresas do ramo agropecuário, laticínios, máquinas de arroz e benfeitores de café. Na década seguinte os setores secundários e terciários promoveram mudanças e se aperfeiçoaram com a chegada da tecnologia. Os computadores começavam a tomar espaços nos escritórios e repartições públicas e proporcionaram a necessidade de atualização e a busca por novos conhecimentos. Em 2007, a população decresceu e estava estimada em 7.372, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas). A economia está baseada na agricultura, pecuária, comércio, indústria e atividade canavieira em expansão. No período de maio de 2005 a 2008, várias usinas arrendaram chácaras, sítios e fazendas para plantarem cana, produto valorizado no mercado brasileiro, que busca a liderança na expansão do Biocombustível. Aproximadamente, cerca de 2.462 hectares, ou seja, 1017,35 alqueires de terra em Cosmorama foram adaptados para o cultivo da cana. A UNP (Usina Noroeste Paulista), que pertence ao Grupo Noble, localizada no município de Sabastianópolis do Sul; a usina Moreno, de Monte Aprazível; a Guarani, situada no município de Ibiporanga e a usina Colombo, instalada em Pontes Gestal, empregam atualmente mais de mil funcionários cosmoramenses. Para atender as demandas das empreiteiras e usinas, com a mão-de-obra para o corte e plantio de cana, trabalhadores dos estados do Maranhão, Pernambuco e Piauí foram contratados para prestar serviço na região, sendo que vários se alojaram no município de Cosmorama, crescendo assim o número de habitantes temporários.
NOTÍCIAS DO JORNAL FOLHA DE COSMORAMA

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