Sergio Gibim Ortega
Li muito um livro de poesia
Imaginando sonho e armonia.
Vou agora na minha fantasia
Reconhecendo que aprenderia,
O livro é de sucessos e teoria.
Sergio Gibim Ortega
Li muito um livro de poesia
Imaginando sonho e armonia.
Vou agora na minha fantasia
Reconhecendo que aprenderia,
O livro é de sucessos e teoria.
Sérgio Gibim OrtegaÀs vezes paro para imaginar e não consigo tirar da cabeça, aquela mulher, a Elisa que segundo depoimentos foi morta, desossada e jogada para os cães ferozes. É um crime que como eu tenho consciência não consigo me imaginar. E não consigo esquecer. O que o dinheiro faz ou deixa de fazer. Aquele pai que também jogou a sua filha do prédio. Às vezes se dizem que o criminoso fica preso tantos anos e às vezes saí pela metade do tempo. Há tantos que nem preso vão também. Eu paro para pensar. Porque a justiça tem que ser assim. Se pudesse fazer o mesmo e mostrar ao criminoso a verdade. Jogar eles nos cães ferozes e deixar os cães com fome. Será que eles também não seriam devorados. Imagino um ser humano, apenas uma vida que é a mais preciosa e ninguém tem direito de tirá-la. Quando chega um psicopata e tira a vida de um ser. Pode ser um inseto, ou um animal. Que direto temos de tirar a vida de alguém. Se ela uma mulher que estava agindo errado querendo o seu dinheiro, ou se era apenas uma atriz pornô, qual era o direito de fazer um crime tão bárbaro desses. Se em alguns países há justiça com a cadeira eléctrica, a injeção letal, ou o enforcamento como do Iraque. Mas é apenas a justiça para um ser humano que é o criminoso. Se em nosso país não existe justiça ou faz de conta que existe. Apenas assistimos a mídia e vemos as tragédias, os crimes e de braços cruzados seguimos pensando até quando os nossos governantes e autoridades máximas aceitaram estas barbáries, de tirar a vida de alguém da maneira mais nojenta que existe. O nosso país é uma vergonha internacional. Terra sem Lei.
A vida é curta,
e não pensamos às vezes
nas consequência do próximo.
da vida que enlouquece-nos
cometendo sempre erros
entre o tempo e o espaço.
dos dias que passam
aqui nesta Terra.
É deixado para cada um
o tempo da sua existência,
onde seremos lembrados,
e lapidados sempre
nas obras aqui deixadas.
ou pelo que fazemos
de bom, ou de ruim…
Seremos lembrados
no que fomos para os outros…
E quando partimos além da vida
E não sofreremos a morte,
apenas mudamos de estágio
voltando no mesmo ciclo
corrigindo nossos erros
e antepassados.
05/05/2013
Sérgio Gibim Ortega
A inveja é terrível,
é mau… É falível.
Gosto amargo horrível.
A inveja não contenta,
e só há quem atenta.
Inveja indestrutível
afasta meu inimigo!
Se é compreensível.
seja mais sensível
dentro do seu nível!
06/05/2013
Sergio Gibim Ortega
Morte, eu acho
que ela chega
como se nasce…
Ninguém sabe
o que éramos,
e o que fomos!
Ninguém sabe
O que seremos!
Nem pra onde
vamos!
(17-05-2013)
Sérgio Gibim Ortega
Quando tudo se esquece,
e nada mais acontece,
eu tenho saudade
de rever o tempo antigo,
que tinha perigo,
mas também menos inimigo.
Quando o dia amanhece
e as pessoas desfalecem
com tanta violência
nas tristes horas
em que só vê drogas.
Lá fora quando anoitece.
Eu não tenho quase
mais vontade de viver.
Tenho saudades de rever
a lei que endurece
e acabe com a violência.
Mas o tudo se esquece,
a fazer este mundo melhor.
A lei que nunca fortalece,
e assim o povo adormece
e o mundo apodrece
sem nenhuma solução.
Todo mundo ficando na mão.
Que mundo é esse
cheio de podridão?
Que adormece
e ninguém merece
ficar na aflição!
(24/05/2013)
Sérgio Gibim Ortéga Comprar no Magalu sempre foi algo que indiquei a amigos e familiares. Durante muito tempo considerei a...