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sábado, 26 de junho de 2010

O DIREITO DE MATAR EM NOME DA VIDA

Roberto Lamparina


O dinheiro dos judeus já domina o mundo faz algum tempo, precisamente depois da proteção acolhedora dos EUA em torno dos sobreviventes do holocausto nazista (uma barbárie não justifica a outra), mas se ninguém impuser limites a Israel e ao escudo norte americano incondicional aos judeus, eles nos escravizarão, assim como já foram escravizados um dia. A prova disso é o ataque das forças militares israelenses contra uma frota de navios que levava suprimentos e ação humanitária para os palestinos encurralados e aprisionados na Faixa de Gaza. A intervenção militar seria o último recurso, mas Israel constantemente pula as outras fases todas da negociação amigável, partindo logo para o ataque militar, numa clara menção de que precisa demonstrar toda a sua força para aquietar e intimidar os descontrolados vizinhos. O que semeia com isso? O ódio que sempre aumenta, e as retaliações acontecem, em menores proporções é bem verdade. Porém o inimigo de Israel tem por doutrina religiosa a guerra santa, um fundamentalismo islâmico onde o mártir que oferece a própria vida na tentativa de êxito na ação retaliadora, atentando contra a vida do inimigo, vai direto para o paraíso viver eternamente nos braços das suas sete virgens. Então, morrer nesta guerra pra eles é uma libertação e não um castigo.

E a Rede Globo, que da forma mais descarada que um veículo de mídia possa atuar em favor dos próprios interesses, bem em meio ao reboliço mundial gerado pelo ataque de Israel, coloca um judeu com cara de bonzinho sentado no sofá do Jô, enaltecendo a fé inabalável dos judeus e a sua cultura, além das piadinhas de sinagoga focando a extrema habilidade comercial dos judeus. O judeuzinho moderno, além de cantar um funk inspirado nos ensinamentos do Torá, também disse ter feito um curso militar no exército de Israel e ressaltou todos os atributos da boa formação humana, moral e militar dos soldados israelenses. Pura coincidência? A mim, me pareceu a mais inoportuna e hipócrita tentativa de desviar o foco que o peso da mídia mundial acabara de jogar sobre o Estado de Israel e, sobre todas as barbaridades que cometem pela opressão militar que impuseram na região. Devidamente protegidos pela maior força militar do planeta, que não mede esforços para proteger Israel e tudo que o bolso dos judeus significa na sociedade americana. A Rede Globo não poderia perder esta oportunidade de puxar o saco dos seus maiores anunciantes, já que coincidentemente, também são judeus.

Os responsáveis pelo ataque israelense a flotilha humanitária turca composta por ativistas dos quatro cantos do mundo, tentarão isentar-se de culpa usando todo tipo de desculpas (aprenderam isso com o Bush) para justificar uma atitude extrema dessas, principalmente pelo fato de o ataque ainda ter se dado em águas internacionais, não caracterizando ainda qualquer tipo de transgressão ou ameaça imediata das normas impostas na área sob domínio do patrulhamento da Marinha de Israel. Como o padrinho Bush, o governo de Israel estabeleceu que estilingues e bolinhas de gude fossem armas de destruição em massa.

Israel é hoje a grande ameaça há paz no planeta, pois conquistaram a terra que tanto lhes foi prometida, porém movidos pelo ódio mútuo e pelo rancor que se arrasta por gerações, não conseguem viver em paz com seus vizinhos. Os massacres freqüentes impostos na região pelo poderoso exército de Israel, fizeram com que o mundo enxergasse de forma mais ampla, que o sofrimento do povo judeu no contexto que eles criaram para defender-se das possíveis ameaças contra o seu território, é uma atitude que induz ao conflito, pois sempre atacam antes de serem atacados. É isso que faz com que hoje não exista mais por parte da opinião pública mundial, uma solidariedade incondicional a causa judaica.

Eu tenho um conhecido judeu, comerciante de especiarias na zona cerealista do Brás, que sempre me dizia com orgulho dos testemunhos de fé que o seu povo teve durante a Guerra dos Seis Dias, em que Israel trucidou o exército de árabes aliados, formado por Egito, Jordânia e Síria, com o apoio de outras nações árabes. Dizia este meu conhecido, que nos dias do conflito, se olhasse para o céu, dava pra ver a grande mão de DEUS protegendo as forças de Israel e que o sopro Divino foi quem abriu caminho para a vitória esmagadora de Israel em cima dos seus inimigos. Leia-se a mão de DEUS, como sendo a poderosa Força Aérea Israelense no céu, e o sopro Divino, como sendo a esmagadora artilharia com tanques e blindados de combate.

O povo Israelense se acha protegido único de DEUS, porém se armam como nunca. Se a fé no Criador é assim tão intensa – Por que será que dependem tanto do poderio bélico próprio e da ajuda incondicional dos judeus americanos? Estes sim são os que patrocinam a grande ilusão da sociedade ianque, que se diz democrática e liberal, porém aluga a sua força bélica para impor seus conceitos para outros povos e outras culturas, desobedecendo qualquer conjunto de regra da boa convivência. Ainda se dizem patrulheiros da ordem e da paz mundial.

Aos ativistas que perderam a vida na missão humanitária, oremos para que DEUS os perdoe dos seus pecados, assim como clamamos para que DEUS também tenha piedade daqueles que ceifaram estas vidas desnecessariamente.

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