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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Cata-pilhas é distribuído em pontos da cidade.

Dispensers estão sendo colocados em vários pontos da cidade para descarte de pilhas e baterias; objetivo é dar destinação correta para o lixo eletrônico
Supermercados, postos de combustíveis e diversos outros estabelecimentos comerciais e instituições de Votuporanga já estão recebendo os dispensers “Cata Pilha” para depósito de pilhas e baterias. A iniciativa é feita dentro do projeto “Eletro Lixo”, da Saev Ambiental e tem a parceria da empresa Vanágua, Cemad (Centro Tecnológico de Formação Profissional da Madeira e do Mobiliário) e Coopervinte (Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis).
Mais de 30 pontos receberão as urnas. “A população poderá fazer o descarte de forma rápida e gratuita, evitando, assim, jogar estes materiais no meio ambiente e que contaminam os solos e o lençol freático”, comenta o secretário de Meio Ambiente, da Saev Ambiental, Gustavo Gallo Vilela. Com a reciclagem, os elementos químicos são reaproveitados.
Classificados como resíduos perigosos e compostos por metais pesados altamente tóxicos e não-biodegradáveis – como o cádmio, chumbo e mercúrio – depois de utilizados, a maioria desses resíduos vão para aterros sanitários ou ficam depositados a céu aberto. Os componentes tóxicos afetam o sistema nervoso central, o fígado, os rins e os pulmões. O cádmio é cancerígeno, o chumbo pode provocar anemia, debilidade e paralisia parcial, e o mercúrio pode também ocasionar mutações genéticas.
“A forma como são eliminados e o consequente vazamento de seus componentes tóxicos contaminam o solo, os cursos d’água e o lençol freático, atingindo a flora e a fauna. Através da cadeia alimentar, essas substâncias chegam, de forma acumulada, aos seres humanos”, destaca a bióloga da Saev Ambiental, Simone Neiva Rodella.
Lixo eletrônico
Segundo o instituto de Química da UFRJ, o Brasil produz 4 mil toneladas de lixo eletrônico por hora; dentro deste destacam-se pilhas e baterias. São 800 milhões de pilhas/ano; 10 milhões de baterias de celular; 12 milhões de baterias automotivas e 200 milhões de baterias industriais. A maioria desses produtos possui metais pesados em sua composição - mercúrio, cádmio, manganês e chumbo - que são prejudiciais ao meio ambiente e à saúde das pessoas. No entanto, são jogados no lixo comum, em aterros sanitários e em qualquer lugar da natureza, onde levam anos se decompondo e poluindo o solo e a água. Esse descarte perigoso é proibido por lei desde 30 de junho de 1999, pela resolução 257 do Conama.

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