-VOTUPORANGA-SP / MAIO DE 2015 - RESPONSÁVEL: Sérgio Gibim Ortega - CONTATO: poetagibim@hotmail.com - Este jornal divulga poesias, eventos e cultura em geral - Divulga notícias exclusivas com trechos indicando sua fonte, com título novo para que as nas buscas das pesquisas, não atrapalhe a fonte, aonde o único objetivo é indicar o melhor conteúdo na Internet. Qualquer desacordo com publicações, é só entrar em contato no e-mail, e será removido imediatamente. Nosso objetivo é satisfazer aos nossos leitores da maneira que não desvie o leitor da notícia da fonte. Notícias e opiniões sobre pessoa física ou jurídica que venha nos afetar a dignidade, será publicado em defesa deste consumidor, do ser humano.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

VILA AURORA É O CAMPEÃO DO COMIDA DI BUTECO 2015


O Vila Aurora tem o melhor petisco de Rio Preto, de acordo com resultado divulgado nesta quarta-feira, 20 de maio, durante Festa de Saideira do Comida di Buteco. A sexta edição do concurso, realizado na cidade entre os dias 10 de abril e 3 de maio, contou com 19 bares participantes. O evento aconteceu no espaço Food Garden do Shopping Iguatemi e recebeu autoridades, patrocinadores e representantes dos bares, além de convidados.

A receita que agradou ao público foi a mistura de carne de frango com tamarindo, já que fruta era ingrediente principal para os pratos. A “Galinha Torta” leva alho e cebola, orégano, louro, pimenta dedo-de-moça, cheiro-verde, colorau, pimenta-do-reino e outro tempero que as proprietárias Miriam Moreira, 41, e Juliana Cinara, 47, não contam por nada.

“Fizemos um molho barbecue, usando o tamarindo como base, já que é uma fruta típica da nossa região e também pelo sabor diferenciado. Fiquei muito surpresa quando falaram o nome do nosso bar como campeão. O Comida di Buteco foi um divisor de águas em nossa vida e estou muito orgulhosa”, explica Miriam.

Em segundo lugar ficou o bar Confraria do Espeto, do casal Alexandro Nunes e Georgiane Dutra Nunes. O petisco eleito foi “Pastelin”, feito com linguiça suína fina, massa de pastel e mussarela fatiada. Para combinar o tira-gosto com frutas, eles apostaram na tradição da goiabada cascão para compor o molho que acompanha a receita.  “A goiabada combina muito bem com pastel, deixando mais suave e gostoso”, diz Georgiane.

O Buteko Tio Carrasco ficou com o terceiro lugar da disputa. O “Bombinha do Tio” leva carne suína frita temperada na laranja, com bacon, pimenta dedo de moça, cheiro-verde e alho. “A laranja dá um gosto especial para a carne de porco, deixando-a mais macia e saborosa”, explica Anselmo Dias, proprietário do boteco.

Para Cristina Schimer, coordenadora regional do Comida di Buteco, em São José do Rio Preto o concurso tem apresentado a cada ano mais adesão do público, que tem votado e colaborado muito para o turismo gastronômico da cidade. “Tivemos feedback positivo de todos os bares, que registraram aumento de vendas e muitos pedidos pelos petiscos participantes”.

A ESCOLHA
Os vencedores foram escolhidos pelo público e por um corpo de jurados convidado. Os votos foram apurados pelo Instituto de Pesquisas Vox Populi. A média entre os quesitos avaliados garantiu o resultado da premiação. Foram avaliados com notas de 1 a 10, a higiene, o atendimento, a temperatura da bebida e o petisco (que levou 70% da nota). O voto do júri teve peso de 50% e os outros 50% foram do público.

BARES CAMPEÕES
1º lugar - Vila Aurora Bar
Prato participante: Galinha Torta
Endereço: Rua Aristides Serpa, 05 - Santa Cruz
Telefone: (17) 3305-2346
Funcionamento: Quarta a sábado, das 17h às 01h; Domingos, das 15h às 23h

2º lugar - Confraria do Espeto
Prato participante: Pastelin
Endereço: Rua Marechal Deodoro, 3829 - Vila Santa Cruz
Telefone: (17) 3013-2323
Funcionamento: Segunda a sábado, das 18h às 24h;

3º lugar - Buteko Tio Carrasco
Prato participante: Bombinha do Tio
Endereço: Av. Brasilusa, 732 A - Pq. Estoril
Telefone: (17) 98111-3636
Funcionamento: Segunda a quinta-feira, das 17h30 às 00h; Sextas e sábados, das 17h30 às 01h.

DESAFIO DORITOS
Todos os anos, o Doritos promove uma disputa deliciosa entre os bares participantes. A proposta é criar petiscos que utilizem o snack. Nesta edição, dois bares dividiram o primeiro lugar: Taberna Canova e Bar do Magrão. Ambos receberam R$ 1,5 mil como bonificação. Este é o único prêmio em dinheiro oferecido durante o concurso. 

O Barquitos, do Taberna Canova, leva carne seca com tempero de família em casquinha de sorvete salpicada com Doritos. “Homenageamos o escondidinho, carro-chefe do nosso bar”, conta Orides Canova Júnior.

Já o Bar do Magrão apostou no espetinho de queijo coalho com Doritos. “Faço churrasco três dias por semana e percebi que muita gente gosta da junção de queijo assado com mel. Semanalmente são consumidos cerca de 200 espetinhos, então, tive a ideia de acrescentar o Doritos como tempero”, explica.

PATROCINADORES
Bavaria Premium 
Lays
Trident
TV TEM
Doritos
Philadelphia 
ABRASEL
Hotelaria Express 
Prefeitura SJRP 
99 Táxi
J Silva
Vox Populi

O COMIDA DI BUTECO
O concurso foi criado em 2000, com a missão de transformar vidas através da cozinha de raiz – boteco extensão de sua casa. Ao longo dos 16 anos de sua criação tem desenvolvido um importante papel de fomento à cultura e culinária de boteco, contribuindo de maneira relevante para o desenvolvimento desse setor. Concurso pioneiro nesse segmento, ao chegar a todas as regiões do Brasil, consolida-se como o maior do gênero no país.

Foto por Mona Luizon

sábado, 16 de maio de 2015

MORRE ATOR ELIAS GLEIZER

Ator Elias Gl(eizer morre aos 81 anos. Ele morreu neste sábado (16), no Rio, por falência circulatória. Papel mais recente dele foi na novela 'Boogie Oogie'. Fonte G1

quinta-feira, 14 de maio de 2015

COLOCAR GÁS EM FEEZER E CONCERTO É SÓ PRA PROFISSIONAL

          Sérgio Gibim Ortega
 
     Assistindo este vídeo do amigo, (aprenda a colocando gás em geladeira - com pastor Bim Lelder) Gostaria de compartilhar em meu blog http://poetagibim.blogspot.com.br, e dizer que moro na cidade Votuporanga-SP, uma cidade com mais de 80 mil habitantes - Infelizmente o meu Freezer que eu gostava muito da Continental veio a dar problemas, ou seria, possa ser que o gás tenha acabado, até pelo barulho que o motor ainda faz, e até parece que circula dentro do caninho água.
   
     Mas gostaria de usar este vídeo do humilde técnico, até para criticar esta Votuporanga, ou seria, difícil é encontrar pessoas honestas aqui na cidade. E mais, vendo a sua humildade, e porque não dizer que aqui ainda somos explorado. Sim! No caso, procurei uma loja de refrigeração situada a rua São Paulo, primeiramente a mulher nem se quer levantou a bunda da cadeira, e veio me dizendo que não pega a Marca Continental para concertar. Me dirigi a uma outra eletrotécnica. Mas não vou citar o lugar. Primeiramente a mulher anotou todos os meus dados e endereço, e já em seguida foi dizendo que a visita era 20 reais.
   
     Concordo sim com o pagamento da visita. Mas paguei os 20 reais calado, e depois fiquei pensando, quando veio um senhor de idade na minha residencia bem na hora do almoço. Ele pegou duas chaves de fenda, creio eu que para impressionar. Pois nem agachou, nem olhou direito e foi dizendo que eu teria que levar o freezer até a loja para tal procedimentos, e que ficaria 280 reais a colocação do gás. Mas ele não garantia que iria funcionar corretamente e, disse que podia ocasionar tal suor, após ser cortados tal caninhos existente.
  
     Vi que as pessoas tem interesse de tomar dinheiro fácil, e que me colocou dúvidas, até por onde vim a comprar outro novo. O mesmo ainda disse mal da marca, o qual meu produto já funcionou por até mais de 15 anos, e só veio dar problemas agora. Pois o mesmo se encontra bem conservado. E até me dá dó de jogar ele fora. Mas me questionei que não é o caso de pagar a visita, mas a pessoa nem levou meu freezer para ver direito, ou nem avaliou corretamente.
  
     Enquanto o amigo mesmo sabendo que os tal procedimentos não é de qualquer um que faça um trabalho assim tão bem feito, se propôs a explicar e mostrar o seu trabalho. Pois está de parabéns, e Deus assim o de em dobro.
  
     Eu fico no aguardo aqui em minha cidade a verificar se vou ainda encontrar uma pessoa que possa fazer o trabalho honestamente e me concertar. Alguém que me indique quem faça nesta cidade aqui. Mas se por ventura não der certo, já estou ideando de criar minhocas na caixa semi-nova que restou, ou fazer de tipo um armário para guardar as coisas velhas do quintal.
  
     Sabendo que é tão difícil encontrar profissionais, como desta cidade de Votuporanga, aqui parabenizo o amigo, e se tivesse por aqui, sei que até consertaria o meu. Obrigado por ser útil as pessoas prestando serviço neste vídeo pastor Bim Lelder.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

TODAS AS MULHERES SÃO MÃES

Paiva Netto
Na Legião da Boa Vontade, LBV, a visão que temos da maternidade é ampla. É o que comentei em 22 de maio de 1988, na Folha de S.Paulo: Deus, Mãe e Pai dos seres humanos, é universal abrangência. Assim sendo, Mães não são apenas as que geram filhos carnais. Também são aquelas que se consagram à sobrevivência dos filhos dos outros: as crianças órfãs, até mesmo de pais vivos; as das Mães que precisam trabalhar e não têm pessoa de confiança com quem deixá-las; as das que são irremediavelmente enfermas. Tal como se lê no Poema do Grande Milênio, de Alziro Zarur (1914-1979): “(...) Os filhos são filhos de todas as mães, e as mães são as mães de todos os filhos".
Mães são ainda as que se devotam à Arte, à Literatura, à Ciência, à Filosofia, à Religião, à Política, à Economia, afinal a todos os setores do pensamento ou ação criadora, a gerar “filhos” de sua dedicada competência pelo desenvolvimento da Humanidade. A LBV não ergue bastilhas, pelo contrário, as derriba com renovada Boa Vontade. (...)
Muito oportuna também é outra composição poética do velho Zarur: Poema das Mães, uma ode à face maternal, à necessidade da marca afetuosa e forte deste Ser no governo dos povos:
Poema das Mães
"Desde que o mundo é mundo, até onde vai/O arqueológico olhar da pré-História,/Na família dos nobres ou da escória/A mãe não manda, pois quem manda é o pai.
"Sem pretensão alguma a Nostradamus,/Eu creio que a razão desse destino/Da mulher-mãe, que todos subjugamos,/É o Deus antropomorfo-masculino.
“‘Se é homem o Criador (raciocinaram/Os argutos filósofos de antanho),/Façamos das mulheres um rebanho...’ /E assim fizeram quando assim pensaram.
"Desde então, temos visto a velha farsa/Representada, com solenidade,/Nos países de toda a Humanidade/Onde a moral pré-histórica anda esparsa.
“‘As mulheres não podem entender-nos’,/Diziam os despóticos senhores./E fomos vendo, em séculos de horrores,/A falência dos homens nos governos.
“Ao meditar, em raras horas mansas,/Cheguei a conclusões desprimorosas:/Os homens são crianças rancorosas,/Sem a graça espontânea das crianças.
“Só então compreendi o caos da guerra,/Em seus apavorantes misereres:/Coisa impossível de se ver na terra,/Quando os governos forem de mulheres.
“Assim é que não pode continuar!/Porque os 'chefes' — piores do que os cães/Hidrófobos — têm este singular/Defeito imenso de não serem mães.”
Retrato de Mãe
Abro a revista Boa Vontade e encontro esta joia do saudoso bispo chileno Dom Ramón Ángel Jara (1852-1917): “Existe uma simples mulher que possui um pouco de Deus pela imensidade de seu Amor, e muito de anjo pela constância de sua dedicação. Mulher que, sendo jovem, pensa como anciã; e na velhice, trabalha como se tivesse o vigor da juventude; se é ignorante, decifra os problemas da vida com mais acerto do que um sábio; sendo culta, amolda-se à simplicidade das crianças; quando pobre, considera-se bastante rica com a felicidade daqueles que ama; e sendo rica, daria com prazer sua riqueza para não sofrer a injúria da ingratidão. Forte ou intrépida, entretanto estremece ante o choro de uma criancinha; franzina, se reveste, às vezes, da bravura de um leão. Mulher que, enquanto viva, não sabemos dar-lhe o devido valor, porque a seu lado todas as nossas dores se apagam... Mas, depois de morta, daríamos tudo o que somos e tudo o que temos para vê-la de novo um só instante e dela receber a carícia de seus abraços, uma palavra de seus lábios... Não exijais de mim que diga o nome dessa mulher se não quiserdes que eu inunde de lágrimas este álbum, porque já a vi passar em meu caminho. Porém, quando os vossos filhos crescerem, lede-lhes esta página. E eles, cobrindo-vos de beijos, dirão que um pobre viandante, em retribuição da magnífica hospedagem recebida, deixou gravado neste álbum, para todos, o retrato de sua própria Mãe”.
Dizem que Mãe não tem rima. Será?! Então secou-se-lhes a musa, ou saiu em férias... Mas não semelhantemente à famosa experiência de Guerra Junqueiro (1850-1923).
Amor faz rima perfeita com Mãe. Mãe é eterna também.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

AS MÃES E OS FILHOS DAS MÃES


Paiva Netto
No opúsculo Mãezinha, deixe-me viver!, 1989, anotei que atravessamos época de transformações profundas. Daquelas que pesado tributo pagam ao exagero. É o vale-tudo. Nem as mães escapam. Chegou a ser de “bom gosto”, para alguns, falar-se mal delas... Certo pessoal anda mesmo é querendo ser filho da máquina, a boa senhora do computador... Eis a civilização do absurdo, que tanta coisa deseja sem saber o que verdadeiramente quer. “Vade retro!”. Freud explica... Explica?! Porém tudo se altera e passa...
Lembro-me de que quando criança existiam bondes. E como era romântico trafegar neles nas “horas mortas”... Durante o “rush”, não! Havia uns pequenos cartazes, que diziam assim: “Tudo na vida é passageiro, menos condutor (o cobrador) e motorneiro”(digamos, o motorista do praticamente extinto veículo elétrico, que as novas gerações não conheceram). Agora a gente vê que até aquelas duas figuras, hoje folclóricas, também eram passageiras. Enganou-se, pois, o poeta marqueteiro...
Mas voltando ao assunto: sacudida a Árvore Sociedade, caídos os galhos secos, as folhas murchas, os frutos podres, que impediam seu correto desenvolvimento, a planta sempre rejuvenesce, torna a florescer. É a vitória da vida, o sucesso do Bem. Tudo passa, realmente passa, menos ele. Por quê?! Ora, por quê! Deus é Amor, e “nada existe fora Dele”, afirmava o libertário Alziro Zarur (1914-1979). Quem declarar que não quer ser amado (ou amada) está doente ou mentindo, o que resulta no mesmo...
Pensam que mãe não tem rima? Será?! Então secou-se-lhes a musa, ou saiu em férias... Mas não semelhantemente à famosa experiência de Guerra Junqueiro (1850-1923)...
Mãe faz rima perfeita com Amor.
A musa em férias
Por falar no velho Guerra, contam que o episódio assim se deu: o respeitado poeta português foi ao médico. Não sabia o que lhe cansava os ossos. O clínico, depois de examiná-lo com paciência, prescreveu ao cliente: “– Professor, o senhor não tem nada físico que um bom descanso não corrija. Viaje. Não faça nada, nem escreva, e tudo terminará bem. Pode confiar”. O vate prometeu que o faria. Contudo, o que acabou ocorrendo foi o seguinte: quando voltou do “descanso”, trazia um dos seus mais belos feitos para um novo livro: A musa em férias.
Homenagem
Separei um lindo poema de Casimiro de Abreu (1839-1860) para homenagear as mães do Brasil e do mundo, da Terra e do Céu da Terra, que tem justamente esta invocação: “Minha mãe”. Recordo-me de que Zarur, o fundador da LBV, o interpretava de forma magistral:
Minha mãe
“Da pátria formosa, distante e saudoso,/ Chorando e gemendo meus cantos de dor,/ Eu guardo no peito a imagem querida/ Do mais verdadeiro, do mais santo amor!/ – Minha mãe!
“Nas horas caladas das noites de estio,/ Sentado sozinho, co’a face na mão,/ Eu choro e soluço por quem me chamava:/ – ‘Ó filho querido do meu coração!’/ – Minha mãe!
“No berço pendente dos ramos floridos,/ Em que eu pequenino feliz dormitava,/ Quem é que esse berço com todo o cuidado,/ Cantando cantigas, alegre embalava?/ – Minha mãe!
“De noite, alta noite, quando eu já dormia,/ Sonhando esses sonhos dos anjos dos céus,/ Quem é que meus lábios dormentes roçava,/ Qual anjo da guarda, qual sopro de Deus?/ – Minha mãe!
“Feliz o bom filho que pode contente,/ Na casa paterna, de noite e de dia,/ Sentir as carícias do anjo de amores,/ Da estrela brilhante que a vida nos guia./ – Uma mãe!
“Por isso eu agora, na terra do exílio,/ Sentado, sozinho, co’a face na mão,/ Suspiro e soluço por quem me chamava:/ – ‘Ó filho querido do meu coração!’/ – Minha mãe!”.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.